Goiânia, 20 de Maio de 2012
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  • Plano Diretor06/01/2010
  • Você aprova desafetação de áreas públicas para construção de moradia popular?


  • Lei destina 10 áreas para habitação em 4 bairros

    Outro projeto que promete esquentar o clima na Câmara de Goiânia desafeta dez áreas nos bairros Jardim Ipê, Parque das Amendoeiras, Jardim Abaporu e Jardim Mariliza (leia o quadro). São terrenos destinados a construção de praças, creches, escolas e outros equipamentos públicos e que a Prefeitura quer mudar sua destinação para construção de moradias populares. Segundo o secretário da Habitação, Mauro Miranda, o projeto não tem urgência para ser votado. Ele foi enviado à Câmara para que a Prefeitura possa dar início à construção nessas áreas de mais de 1,2 mil apartamentos com recursos federais do projeto Minha Casa, Minha Vida.

    Mauro diz ainda que já existem escola, posto de saúde, Cmei (Centro Municipal de Educação Infantil) e áreas verdes suficientes para atender esses bairros. “Estamos escolhendo bairros que não têm essa necessidade. E ainda diminui o custo para a Prefeitura, porque já tem ponto de ônibus, malha viária e toda a infraestrutura necessária para atender os novos moradores”. 

    Não é o que pensa o arquiteto urbanista e professor da PUC Goiás, Dirceu Trindade. Depois de avaliar a dimensão e as destinações iniciais das áreas a serem desafetadas pelo município ele afirma que as áreas públicas são definidas já na concessão de licença para um loteamento. Nessas áreas, em geral 35% do terreno a área a ser parcelado são destinados exclusivamente às áreas públicas. “A desafetação provoca o desequilíbrio na oferta de serviços”, diz.

    Fonte: O Popular


  • Aurélio12/01/2010
  • Não é o que pensa o arquiteto urbanista e professor da PUC Goiás, Dirceu Trindade. Depois de avaliar a dimensão e as destinações iniciais das áreas a serem desafetadas pelo município ele afirma que as áreas públicas são definidas já na concessão de licença para um loteamento. Nessas áreas, em geral 35% do terreno a área a ser parcelado são destinados exclusivamente às áreas públicas. “A desafetação provoca o desequilíbrio na oferta de serviços”, diz.

  • Silvério S.Yamamoto de B.Mendes05/05/2010
  • O estudante e projetista de arquitetura pensa que paralelamente à concessão de licensa de loteamento residencial para a população carente deveria haver um projeto de infraestrutura social mais agressivo dirigido às áreas públicas contando desde o início com uma parceria entre o governo e a iniciativa privada para um desenvolvimento programado para as mesmas. Onde o governo serviria como um gestor do crescimento em amplos aspectos.Nessa fase haveriam licitações para concessão de serviços públicos dirigidos à população carente.Poderíamos pensar na terceirização de escolas, creches e hospitais, entrepostos comerciais,áreas de lazer,meios de transporte e etc...Essa iniciativa serviria para aliviar um pouco a máquina do governo sem desvincular a Administração que estaria mais livre para atuar com mais afinco a outras áreas da infraestrutura urbana.
    Creio que Goiânia por ser uma cidade em plena expansão, acenaria de uma forma positiva a tal proposta.

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