Por: Alfredo Mergulhão
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05 de Maro de 2010
Os vigilantes de Goiânia e do Estado de Goiás permanecem em greve desde que a categoria decretou paralisação, no dia 24 de fevereiro. A medida foi tomada após fracasso nas negociações com as empresas de segurança privada acerca do piso salarial, que atualmente é de R$ 732,50. O Sindicato Estadual dos Vigilantes de Goiás (Seesvig) reivindica recebimento de pelo menos dois salários mínimos, mais acréscimo de 10% devido a atividade oferecer risco de morte.
O presidente do Seesvig, João Machado de Araújo, disse que a categoria só volta ao trabalho depois de atendidas as reivindicações, que também incluem oferecimento de plano de saúde e vale-alimentação, ou depois do julgamento do dissídio coletivo, que já está protocolado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).
De acordo os grevistas, as empresas de segurança privada recebem de quem contrata o serviço valores acima de R$ 3 mil ao mês pelo trabalho de cada vigilante. No entanto, o valor repassado aos trabalhadores não chega a um terço do montante pago por bancos, condomínios, agências lotéricas e shopping centers para contar com a proteção oferecida por profissionais treinados e capacitados.
A paralisação aconteceu porque não houve acerto nas negociações que se arrastam desde dezembro do ano passado. A pedida do sindicato equivale a 36%, mas os empresários do setor de segurança privada oferecem aumento de 4,11% para um serviço de 12 horas seguidas, com intervalo de 30 minutos para o almoço. “Além de maiores salários, também queremos melhores condições de trabalho”, disse o presidente do Seesvig.
O vereador Fábio Tokarski (PCdoB) participou de duas mobilizações dos grevistas. O parlamentar entende que a realização da greve representa uma vitória para a categoria, pois mostra à sociedade o papel fundamental no qual consiste o trabalho dos vigilantes. A principal demonstração disso tem sido dificuldade da prestação de serviços bancários. Por determinação federal, nenhuma agência pode funcionar sem a presença dos vigilantes, sob a justificativa de proteção aos clientes.
O Q ADIANTOU O AUMENTO DESDE Q OS PATROES OFERESERAO 4.11 Q EQUIVALE A 30.00 REAIS E SENDO QUE O AUMENTO FOI DE 30.00 E NAO FOI O ALMENTO DE 17%Q ESTAO FALANDO PODE TER DADO MAS NAO FOI EM SIMA DO SALARIO....................VERGONHA ....VERGONHA .....VERGONHA
sou vigilante da confederal em cachoeira alta goias estou trabanhando em dois lugares para nao pasar fome se precisar de mem estou disposto a participar da greve
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